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Projetos de Pesquisa

Linha de pesquisa - LEITURA E PROCESSOS CULTURAIS


Ecocrtica: movimentos de leituras da obra de Osman Lins
Coordenadora: Dra. Leny da Silva Gomes (UniRitter).
Descrio: Este projeto prope uma interface com a pesquisa Poiesis e techn: o vigor do projeto literrio osmaniano em desenvolvimento a partir de 2011, que investiga as reflexes do autor Osman Lins, tecidas em suas obras ficcionais "da maturidade", para elucidar sua poiesis/techne, enquanto pensamento e agir programticos. Nesta proposta, a dimenso da leitura privilegiada, permanecendo como foco da obra de Osman Lins suas ltimas produes ficcionais - Avalovara (1973) e A Rainha dos crceres da Grcia (1976) - e incluindo-se no corpus seus escritos ensaisticos - Guerra sem testemunhas: o escritor, sua condio e a realidade social (1969); Do ideal e da glria: problemas inculturais brasileiros (1977); Lima Barreto e o espao romanesco (1976); Evangelho na taba: outros problemas inculturais brasileiros (1979), numa abordagem sob a perspectiva da ecocrtica. Relacionar aspectos ecolgicos leitura de textos literrios e escrita sobre literatura mais do que um alinhamento tendncia contempornea de religar os seres humanos e a natureza uma reafirmao do lugar desses seres como parte integrante da natureza. Amplia-se assim o sentido de natureza, anulando o persistente dualismo homem/natureza de longa trajetria no pensamento ocidental. O componente Eco do termo ecocrtica deriva do grego Oikos que significa casa, habitat, portanto espao de relaes sociais, de expresso da subjetividade, meio ambiente em que se unem corpo, terra, tcnica, natureza e cultura. Desta forma, assume importncia, neste estudo, repensar a viso antropocntrica que estabelece tradicionais oposies, em especial a de sujeito/objeto, para verificar como Osman Lins representa, neste sentido, as interrelaes de humanos e no-humanos, numa viso ecocrtica. O carter bibliogrfico desta pesquisa delineia seu percurso em termos de leitura, discusso, interpretao, produo de resultados. As leituras tericas sobre ecocrtica, as leituras dos textos ensasticos e ficcionais da ltima fase de Osman Lins, e as de obras de outros campos dos conhecimento, como filosofia, geografia, ecologia, atendem aos objetivos de abordar a obra do autor no sentido de um descentramento da viso antropocntrica e de integrar a literatura com prticas discursivas poltico-sociais. No horizonte terico so referncias indispensveis: GARRARD (2006), GUATTARI (1991), HEIDEGGER (2010a, 2010b), ARISTTELES.(1950) SANTOS (1996 ).

Poticas da vivncia em leituras: imaginao criadora e animismo.
Coordenadora: Dra. Regina da Costa da Silveira (UniRitter).
Descrio: Neste projeto de pesquisa, argumento que a imaginao criadora e a vida anmica do poeta so questes fundamentais para uma introduo leitura crtico-terica do texto literrio. Proveniente da teoria e da tcnica do drama grego, a Potica, de Aristteles, alicerou desde cedo os estudos literrios com base no princpio da imitao. A essa fundamentao objetiva, sobrepuseram-se os subjetivistas dos tempos modernos, com a metafsica do belo, acentuando a criao de um mundo novo, acima da realidade vulgar. Frente s duas correntes, posiciona-se Wilhelm Dilthey (1833-1911), cuja investigao dos processos de criao e gozo esttico ocorre mediante anlise objetiva e histrica das criaes artsticas. Na teoria aristotlica, Dilthey rechaou a limitao de seu horizonte histrico que compromete a validade geral de seus princpios; frente segunda, em acordo com a inclinao subjetivista, no compactuou, entretanto, com os princpios da metafsica, apoiados no antagonismo dos sistemas e na possibilidade de chegar a decises definitivas nesse terreno. Segundo o filsofo alemo, a potica dever apoiar-se na experincia e prestar ateno a sua dupla face: a vida anmica e a obra de arte. Com a leitura do livro Potica La imaginacin del poeta. Las trs pocas de la esttica moderna y su problema actual (Losada, 1945)de Dilthey, o presente projeto no descarta em hiptese alguma a fundamentao terica do consagrado estagirita grego; aproveita antes a discusso crtica do filsofo alemo para elucidar os termos conceituais que se relacionam com a vida anmica e com a imaginao criadora. Anote-se desde este resumo que "poesia" ser termo empregado no projeto e na pesquisa no somente como a arte de compor versos, mas como a arte do fazer literrio, em texto oral ou escrito, em prosa ou em verso. Com valor esttico e com uma viso emocional e ou conceitual na abordagem das ideias, o texto potico ser examinado como expresso da viso de mundo e dos estados de alma do poeta, expressos quase sempre por associaes imagticas. Em acordo com o estudo terico-conceitual, o projeto tem a leitura como eixo norteador, com o exame crtico de obras literrias em prosa e verso de autores dos pases de lngua portuguesa do perodo ps-colonial e do indiano Tagore (Nobel de Literatura 1913), traduzido para o portugus. Nesse intento, sero observadas ideias vinculadas a projetos anteriores, relacionadas aos conceitos de imaginrio e de imaginao (BELINSKY, 2007) de mito e de linguagem (GRASSI, 1968), de cultura e de multicuralismo (HALL, 2003; MCLAREN, 2000), de "barbrie" e de "condio humana" (DELPECH, 2006 e ARENDT, 2009), entre outros.

Literatura Marginal Perifrica: novas estratgias culturais de produo da leitura.
Coordenadora: Dra. Rejane Pivetta de Oliveira (UniRitter).
Descrio: Os modos de produo, circulao e recepo da literatura marginal perifrica produzida contemporaneamente no Brasil estabelecem novos modos de leitura, para alm de categorias e critrios exclusivamente literrios, tais como literariedade, ficcionalidade, autoria, entre outros. A partir desse escopo, o presente projeto busca responder s seguintes questes: 1) Que paradigmas de leitura so institudos pela literatura marginal da periferia? 2) Que articulaes so estabelecidas pelos modos de leitura da atual literatura marginal com as prticas culturais e cotidianas das comunidades locais onde as obras circulam? A anlise dos processos de produo da leitura postos em ao por essa escrita vale-se de uma abordagem cultural, material e sistmica da literatura, com base em contribuies tericas de autores como Pierre Bourdieu, Raymond Williams, Itamar Even-Zohar e James Clifford.

Leitor, tradutor, autor: a traduo como leitura e exerccio autoral.
Coordenadora: Dra. Valeria Silveira Brisolara (UniRitter).
Descrio: A traduo tanto um processo quanto o resultado desse processo, mas, acima de tudo, uma leitura. O tradutor leitor e autor ao mesmo tempo. Nesse cenrio, pretende-se investigar a traduo como leitura e ao mesmo tempo exerccio autoral. A fim de atingir esse objetivo, em um primeiro momento, ser feita uma reviso da teoria sobre traduo com relao a questes que envolvam leitura e autoria e depois uma anlise comparativa de diferentes tradues para a lngua portuguesa de obras literrias escritas em lngua inglesa.

O mulato, O cortio e Casa de Penso: uma leitura social do Brasil do final do sculo XIX.
Coordenadora: Dra. Marlia Conforto (UCS).
Descrio: O projeto prope o estudo da contribuio da literatura do final do sculo XIX atravs dos romances de Alosio Azevedo: O mulato, O cortio e Casa de penso, investigando dois eixos importantes para a construo da identidade brasileira no sculo XX. O primeiro eixo de anlise procura investigar na fico os discursos que produziram uma leitura das condies sociais, tnicas e econmicas brasileiras ao final do sculo XIX, construindo tambm um lcus social que marcar as questes socioeconmicas e seus desdobramentos no decorrer do sculo XX. O segundo eixo analisar comparativamente os discursos literrios e sociais procurando estabelecer as diferenas e aproximaes entre eles com o objetivo de investigar as diferentes leituras sociais apresentadas entre o discurso ficcional e social do perodo.

Para uma histria da leitura em contextos regionais
Coordenadora: Dr. Joo Claudio Arendt (UCS).
Descrio: O projeto de pesquisa abrange questes tericas e empricas extrnsecas leitura, centrando seu enfoque na relao entre o livro e os seus mediadores sociais. Investigam-se, assim, aspectos atinentes produo, circulao, mediao e recepo de obras literrias nos contextos regional e suprarregional, tais como: vias e meios de difuso pela imprensa, jornais, revistas, calendrios, almanaques; editoras, livrarias e bibliotecas para pesquisa e emprstimo; grmios literrios, clubes culturais, grupos de leitura, sales e performances de poesia; centros culturais dentro e fora da regio; escolas e universidades como instituies de formao dos autores e seu pblico, bem como locais de pesquisa cientfica e espiritual; atuao da crtica literria; poltica cultural pblica regional e local; recepo da literatura em outras regies; presena de literatura estrangeira no original ou em traduo; traduo para outras lnguas que possibilitem a recepo fora da regio; situao da linguagem escrita e uso de recursos dialetais; processos de troca entre os dialetos e lnguas vizinhas; situaes de bilinguismo e multilinguismo; circunstncias tnicas, histrico-povoacionais, geogrfico-culturais, scio-culturais e histrico-mentais.

Processos de leitura e escrita na perspectiva de gnero: subsdios para a organizao de uma histria
Coordenadora: Dra. Cecil Jeanine Albert Zinani (UCS).
Descrio: Estudo de textos literrios de autoria feminina, observando a especificidade da escrita feminina e examinando que modalidade de leitora est inscrita nesses textos. Verificao do modo como ocorre o processo de leitura por mulheres com a finalidade de subsidiar uma histria da leitura e da escrita marcada pelo gnero.


Linha de pesquisa - LEITURA E PROCESSOS DE LINGUAGEM


Leitura: subjetividade e sentidos
Coordenadora: Dra. Marlene Gonalves Mattes (UniRitter).
Descrio: A linguagem a casa do ser. Esta afirmao de Heidegger remete-nos ideia de que somos o que somos e o projetamos na linguagem intencionalmente - ou no. Nossa subjetividade, nosso eu pode ser, propositadamente - ou no - denunciado pela prpria linguagem. O presente estudo tem por finalidade demonstrar que, a partir das escolhas lingusticas do autor, a anlise do texto pode evidenciar sua subjetividade, a qual se d a conhecer no processo de leitura. As marcas lingusticas detectveis no texto correspondem, nesta pesquisa, a lxico e a construes sintticas especificamente. A seleo de determinado lxico em detrimento de outro pode revelar a verdadeira inteno do autor no texto produzido, bem como a prpria sintaxe pode revelar intenes no plano local do texto. Na perspectiva das teorias do texto, verificaremos ainda os implcitos e os pressupostos no plano global do texto. Encontraremos na Semntica a devida justificativa para os sentidos possveis no texto, detectados pelo leitor, quando da identificao das marcas lingusticas explicitadas. Em certa medida, igualmente os princpios da Lingustica Descritiva e da Lingustica Aplicada nortearo os caminhos tericos embasadores das anlises do corpus considerado. A Estilstica igualmente ser considerada em funo da expresso do autor. A pesquisa ser bibliogrfica e contar com a anlise de textos produzidos por estudantes para as provas de seleo para ingresso em Instituies de Ensino Superior. Sero considerados textos de diferentes gneros. O cronograma prev o espao de um ano para a realizao do estudo.

Processos de desenvolvimento da leitura e da escrita: da teoria s prticas escolares de linguagem.
Coordenadora: Dra. Neiva Maria Tebaldi Gomes (UniRitter).
Descrio: Trata-se de um projeto de pesquisa que se desenvolver com duas nfases paralelas: uma terica, que visa ao aprofundamento de estudos relativos a processos de desenvolvimento da leitura e da escrita; outra, emprica, que busca identificar e avaliar, junto a atores da educao bsica, (entre outros dados) orientaes, projetos e estratgias de mediao de processos de leitura e de escrita que tm se revelado significativos no desenvolvimentos de habilidades lingusticas essenciais insero e atuao dos sujeitos em um universo de multiletramentos. A pesquisa terica envolver, alm do docente pesquisador, mestrandos e doutorandos cujas dissertaes e/ou teses se fundamentem com o mesmo aporte terico - Interacioniosmo Sociodiscursivo (ISD), bem como em precursores dessa corrente (Bakhtin, Vigotski e outros) - e se desenvolvam em rede, buscando dados complementatares sobre ensino/aprendizagem de lngua materna, em escolas de educao bsica, em instituies formadoras de profissionais da educao (Cursos de Letras e Pedagogia) e em documentos que orientam o ensino. Essa forma de organizao da pesquisa busca potencializar as possibilidades de construo terica sobre leitura e escrita e, ao mesmo tempo, ampliar o conhecimento sobre as prticas de linguagem que se desenvolvem na escola - das sries iniciais ao final da educao bsica. Para o levantameto do corpus (registro de projetos pedaggicos e de prticas escolares de leitura e de escrita, bem como dados sobre documentos que orientam o ensino e sobre currculos de cursos de formao de professores), contar-se- com a participao de dois bolsistas de Iniciao Cientfica, professores da educao bsica voluntrios, alm de orientandos do mestrado e do doutorado em Letras. A metodologia para a nfase emprica a pesquisa narrativa, que tem conseguido notoriedade no mundo da pesquisa qualitativa, por sua potencialidade na captura de dimenses humanas que no podem ser quantificadas como fatos ridos e dados quantificveis. Trata-se de um mtodo que encontra suporte em especialistas como D. Jean Claudinin e F. Michael Connelly - pioneiros nessa modalidade de pesquisa. A pesquisa terica busca, entre outros estudos, aportes no Interacionismo Sociodiscursivo, uma corrente da lingustica aplicada que integra ideias de Vigotski com ideias de Bakhtin e tem como representantes principais pesquisadores da Faculdade de Psicologia e Educao da Universidade de Genebra, Bronckart, Joaquim Dolz, Bernard Schneuwly e outros, mas que j tem inmeros seguidores no Brasil, uma vez que tais estudos subsidiam os prprios Parmetros Curriculares de Lngua Portuguesa. Fundamentada em conhecimentos lingusticos tericos e em dados concretos das prticas de linguagem que se desenvolvem na escola, esta pesquisa visa oferecer subsdios formao docente acadmica (graduao e ps-graduao) e continuada.

Subjetividade e simbolismo: expresses de sentido na leitura.
Coordenadora: Dra. Noeli Reck Maggi (UniRitter).
Descrio: O tema da funo simblica est presente em toda condio humana como tambm transversaliza as questes de aprendizagem e desenvolvimento, caracterizando-se como objeto de discusso em diferentes orientaes terico-metodolgicas. Em torno deste assunto renem-se para debate educadores, psiclogos e escritores, atentos s questes constituidoras do sujeito e tambm de sua insero no social. Este estudo ser abordado tendo como referencial de base os aspectos tericos da psicanlise e das teorias interacionistas com abordagem histricocultural para ampliar o debate sobre as questes da subjetividade e do simbolismo, elementos indissociados na especificidade humana, especialmente se considerarmos o sujeito no seu processo de desenvolvimento e de apendizagem. O ser humano, nomeado e inscrito na linguagem l e interpreta a realidade, exprime desejo e expectativa revelando aspectos singulares que caracterizam a subjetividade e a funo simblica que subjazem a este processo. Esta investigao se prope a identificar, atravs da leitura, aspectos prprios da subjetividade e da funo simblica nas produes dos sujeitos. O presente estudo ser desenvolvido a partir de materiais escritos e grficos, produzidos pelos alunos em escolas de Ensino Mdio. Ser utilizada uma metodologia com combinao de estudo bibliogrfico e anlise de elementos discursivos presentes em documentos produzidos pelos alunos em atividades propostas para leitura. As reflexes e anlise dos dados empricos ter embasamento no referencial terico da psicanlise e das teorias histricoculturais.

As interaes entre Linguagem e Cultura: e Recepo de discursos do cotidiano.
Coordenadora: Dra. Vera Lucia Pires (UniRitter).
Descrio: Concebida como elemento constitutivo dos processos sociais e dos sujeitos (Hall, 1997), a cultura opera em todas as instncias da vida humana, definindo e redefinindo prticas discursivas e sociais. Em uma viso inaugurada pelos estudos culturais, a cultura tratada em sua pluralidade, como "o processo global por meio do qual as significaes so social e historicamente construdas" (Mattelart e Mattelart, 1999: 105). Portanto, h um dialogismo entre os discursos do cotidiano (inclusive os miditicos), entendendo o discurso como prtica social historicamente situada, e a cultura, definida como todas as significaes provenientes da atividade humana que perpassam e constituem esses discursos. A cultura, tanto quanto constitui os discursos, por eles constituda nos mais diversos usos da linguagem.

Teoria das interfaces e processos inferenciais em leitura
Coordenadora: Dra. Helosa Pedroso de Moraes Feltes (UCS).
Descrio: Investigao das operaes inferenciais implicadas nos processos de leitura, no mbito da Lingustica Cognitiva, como a Teoria dos Modelos Cognitivos Idealizados e a Teoria de Blending, criando-se, pela Teoria das Interfaces, uma via de interao entre elas e a Teoria da Relevncia. Essas teorias tm potencial para tratar de multimodalidade e, portanto, com fenmenos semiticos, incluindo produes hipermiditicas. O objetivo geral o de aplicar e avaliar o potencial das teorias referidas, de modo a propor um quadro de princpios lingustico-cognitivos que operem em processo de interpretao. A metodologia envolve reviso terica e criao de experimentos que forneam uma base emprica para a verificao da adequao descritivo-explanatria dos princpios que guiam a interpretao nos processos de leitura de textos de natureza variada.

Toponmia da antiga Colnia I
Coordenadora: Dra. Vitalina Maria Frosi (UCS).
Descrio: Estudo dos designativos dos municpios e respectivos distritos derivados das Antigas Colnias Caxias, Dona Izabel e Conde D'Eu. O trabalho situa-se no mbito da Onomstica, que trata dos nomes prprios de pessoas (Antroponmia), entendendo-se nela tambm os nomes prprios de lugares (Toponmia). O ncleo da pesquisa o estudo dos nomes prprios de lugares, de sua etimologia, de sua funo toponmica, em mbito multidisciplinar, nas interfaces do contexto fsico e humano que os abriga.

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