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Sajuir presta auxílio gratuito a vítimas de violência doméstica

Serviço de assistênica jurídica se coloca à disposição da comunidade por atendimentos remotos

Em meio à luta contra a COVID-19, o isolamento social segue como a principal medida para conter a escalada da doença. Entretanto, para muitas mulheres, vítimas de violência doméstica, ficar em casa certamente não é sinônimo de estar protegida.

Atenta a esse cenário e às recomendações da ONU Mulheres, a UniRitter disponibiliza o Sajuir, escritório modelo de Direito da Universidade, para prestar auxílio às vítimas de violência doméstica. Para contribuir com soluções a este problema, o escritório criou um fluxo de atendimento com uma rede de proteção completa às mulheres. Toda o amparo é realizado de forma remota, pelo WhatsApp (51) 98025-3776. Ao acionar o Sajuir, uma atendente mulher faz o primeiro acolhimento, prestando-lhe atenção e identificando as necessidades da vítima. Após, vem a fase de orientações pertinentes a cada caso.

“Se a pessoa não tiver registrado boletim de ocorrência, instruímos a fazê-la, ajudando a identificar quais fatos são importantes no relato à polícia e verificar se a situação pede medida protetiva. Uma vez com o boletim, encaminhamos os casos para a rede de proteção à mulher, como Centro de Referência para a Mulher (CRM) e as Promotoras Legais Populares da ONG Themis, afastando as vítimas dos agressores”, explica Nicolas Michellon, professor de Direito da UniRitter e coordenador do Sajuir.

Depois de garantir segurança, acolhida e proteção às mulheres, o Sajuir também concede suporte em questões relacionadas ao Direito da Família e ao Direito do Consumidor, nas quais se verificam demandas relacionadas à alimentação, guarda dos filhos, questões contratuais de moradia, acesso à saúde e auxílio emergencial, por exemplo. “Normalmente, as necessidades das pessoas que precisam de auxílio vêm em combo, com a violência somada às garantias civis. Com este fluxo de atendimento, pretendemos ampará-las totalmente”, salienta Michellon.

Os boletins de ocorrência podem ser feitos pela Central de Atendimento à Mulher (telefone 180), na Delegacia Online da Polícia Civil e de forma presencial. A orientação de como proceder será realizada individualmente.