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Graduado pela UniRitter elabora Guia de Arquitetura de Porto Alegre

Publicação inédita apresenta mapeamento do patrimônio arquitetônico, paisagístico e urbanístico da cidade

Para compor um panorama da evolução urbana e arquitetônica de Porto Alegre, além de fomentar o debate acerca da importância da valorização dessa preservação, foi lançado no dia 29 de março o Guia de Arquitetura de Porto Alegre.


O projeto foi elaborado pelo
arquiteto graduado na UniRitter Rodrigo Poltosi em parceria com o sócio Vlademir Roman e (a dupla comanda a VRP Arquitetura Estratégica). “A constatação de que Porto Alegre não possuía nenhum guia que mostrasse, destacasse e analisasse sua arquitetura nos diversos períodos históricos e estilísticos motivou-nos a organizar todo este material. A arquitetura de Porto Alegre não é suficientemente conhecida e valorizada, mesmo por seus habitantes. São Paulo, Rio de Janeiro, Montevidéu, Buenos Aires e até mesmo Pelotas, Caixas do Sul e Passo Fundo pra ficarmos em exemplos próximos, todas têm seus guias de arquitetura“, explicam.



A publicação, inédita, reúne textos, fotografias e informações sobre 100 obras arquitetônicas, urbanísticas, paisagísticas, históricas e culturais da cidade. Com 232 páginas, o material em três idiomas (português, inglês e espanhol), registra os exemplares mais representativos, entre edificações (como museus, igrejas, estádios de futebol, centros culturais), além de lugares e logradouros, que ilustram o desenvolvimento urbano de Porto Alegre desde sua origem aos dias atuais. A edição traz ainda um mapa encartado, possibilitando a visualização e localização das obras para a montagem de percursos de visitação.


Entre as obras catalogadas no guia, destacam-se a Antiga Provedoria da Real Fazenda (1790, de autoria do Capitão Alexandre José Montanha), o Theatro São Pedro (1858, do arquiteto Philip von Normann), o Paço Municipal (1901, do engenheiro João Antônio Luiz Carrara Colfosco), o MARGS – Museu de Arte do Rio Grande do Sul (1912, do arquiteto Theodor Alexander Josef Wiederspahn), o Palácio da Justiça (1953, dos arquitetos Luis Fernando Corona e Carlos Maximiliano Fayet) e a Fundação Iberê Camargo (2003, projetado por Álvaro Siza.


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