Avaliação

Os critérios de avaliação são definidos pelo Regimento Geral do UniRitter, conforme o texto abaixo:

Capítulo IX (do Regimento Geral do UniRitter)

DA AVALIAÇÃO DO RENDIMENTO ESCOLAR

Art. 80 - O processo de avaliação do rendimento escolar, com os seus princípios e detalhamento, se refere aos resultados semestrais de cada disciplina e compreende a avaliação do aproveitamento e a apuração da assiduidade dos alunos.

Art. 81 - A avaliação do rendimento escolar tem como base os seguintes princípios:

  • a definição de procedimentos, de instrumentos e do tempo dedicados à avaliação da aprendizagem são partes fundamentais integrantes do processo de ensinar e aprender;
  • a avaliação da aprendizagem é concebida como processo continuado, cumulativo e gradativo que envolve, de forma ascensional, situações de complexidade crescente que se refiram aos conteúdos, às habilidades cognitivas de observação, descrição, comparação, análise, síntese, expressão, elaboração, aplicação e, suplementarmente, memorização;
  • é fundamental a explicitação de critérios e indicadores de aplicação dos mesmos na identificação, no acompanhamento e no julgamento do desempenho dos alunos;
  • a utilização de atividades, de instrumentos e de formas de aferição da aprendizagem deve ser adequada às características, funções e especificidade de cada disciplina;
  • o sistema de avaliação prevê a manutenção da simplicidade e da transparência da fórmula, através da qual são apurados os níveis de desempenho atingidos pelos alunos, como predicados da mensuração e expressão dos resultados inerentes ao processo de ensino-aprendizagem;
  • o desempenho dos alunos é base para a orientação, para a retroalimentação e para o ajuste da prática docente e consiste em um auxílio para a reorientação discente no processo de aprendizagem;
  • o processo de avaliação é visto como incentivo para os alunos, no sentido de superar os requisitos mínimos exigidos para a aprovação, e também como orientação para o desenvolvimento de suas potencialidades, buscando um desempenho que prime sempre pela qualidade.

Art. 82 - O rendimento escolar do aluno deve ser avaliado no decurso do período letivo, em cada disciplina, através de exercícios, trabalhos teóricos, trabalhos práticos, testes, provas ou outras modalidades de avaliação de aprendizagem, com vistas a apurar três situações de formalização de resultados obtidos:

  • Grau A
  • Grau B
  • Grau C

§ 1º - Os resultados obtidos são formalizados através de símbolos numéricos compreendidos entre 0 (zero) e 10 (dez) e expressos até o décimo.

§ 2º - O aluno que obtiver, nos Graus A e B, média aritmética ponderada de, no mínimo, 6,0 (seis), além de freqüência mínima de 75% (setenta e cinco) das aulas dadas é considerado aprovado.

§ 3º - Deve submeter-se à avaliação prevista para o Grau C o aluno que não lograr obter a média prevista no artigo anterior, uma vez que tenha a freqüência mínima de 75%, (setenta e cinco), sendo considerado aprovado, neste caso, o aluno que obtiver média aritmética ponderada de, no mínimo, 6,0 (seis).

§ 4º - A avaliação do rendimento escolar obedece aos seguintes aspectos:

  • o Grau A formaliza os resultados obtidos em procedimentos de avaliação que envolvam o conteúdo desenvolvido até a sua apuração e tem peso 1 (um);
  • o Grau B formaliza os resultados obtidos através de, no mínimo, dois procedimentos de avaliação diferentes que envolvam a integralidade dos conteúdos abordados no semestre e tem peso 2 (dois). No caso de a disciplina exigir trabalho(s) prático(s), a apresentação deste(s) é condição obrigatória para se submeter aos procedimentos de avaliação que integram o Grau C, se este for necessário;
  • o Grau C formaliza os resultados decorrentes de procedimentos de avaliação que envolvam os conteúdos abordados no semestre e possibilita a substituição de um dos graus anteriores ou a recuperação de um dos graus, quando inexistente;
  • no caso de substituição ou recuperação do Grau A, o Grau C tem peso 1 (um) e, no caso de substituição ou recuperação do Grau B, tem peso 2 (dois);
  • a aplicação dos diferentes procedimentos e instrumentos de avaliação destinados a constituir os graus em cada disciplina é definida em cronograma estabelecido pelo professor, constante no seu plano de ensino e divulgado previamente aos alunos, observadas as determinações constantes no Calendário Acadêmico Institucional;
  • o prazo limite para a realização dos procedimentos de avaliação destinados a constituir os Graus B e C, estabelecidos no Calendário Acadêmico Institucional, não isenta o professor do cumprimento efetivo do período letivo, do programa e das atividades previstas para a disciplina;
  • a análise com os alunos, dos resultados obtidos com base nos referenciais que orientaram o processo de avaliação, integra os procedimentos didáticos referentes à avaliação da aprendizagem;
  • a revisão dos resultados obtidos nos Graus A e B é feita diretamente com o professor da disciplina após a análise e a divulgação;
  • a revisão dos resultados obtidos no Grau C é feita com o professor da respectiva disciplina, após a análise e a divulgação, na última semana de aula do período letivo.

Art. 83 – Em caso de necessidade de arredondamento para expressar a média final até o décimo, são adotados os seguintes procedimentos:

  • se o algarismo dos centésimos for menor que 5 (cinco), permanece o valor do décimo;
  • se o algarismo dos centésimos for igual ou maior que 5 (cinco), o valor do décimo fica acrescido de 1(uma) unidade.

Art. 84 - Nas disciplinas de caráter predominantemente prático em todos os cursos, dada a sua especificidade, serão mantidos, somente, os Graus A e B.

§ 1º - O grau A expressa a avaliação de processo referente à prática desenvolvida na disciplina e deve receber a sinalização definida no seu plano de ensino, previamente aprovado na forma de organização curricular em que o componente curricular se insere e homologado pelo Conselho de Unidade (CONSUN).

§ 2º - O grau B expressa a avaliação final da disciplina, englobando a recuperação do grau A, quando necessária. Sendo a avaliação da atividade prática contínua, gradativa e cumulativa, o seu resultado final contém a retroalimentação e a recuperação das etapas intermediárias avaliadas pelo grau A.

§ 3º - É considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver, no grau B, nota igual ou superior a 6 (seis).

§ 4º - O grau C fica suprimido, considerando-se que a retroalimentação e a recuperação da atividade prática acontecem simultaneamente ao longo do semestre e estão expressas no grau B.

§ 5º - Cada curso, através de seu Conselho de Unidade (CONSUN), identifica as disciplinas que se enquadram como sendo de caráter predominantemente prático, regulamentando os seus padrões de desempenho.

Art. 85 - O aluno reprovado, por não ter atingido, seja a freqüência mínima, seja as notas mínimas exigidas nos graus, deve repetir a disciplina, sujeito, na repetência, aos mesmos requisitos de freqüência e ao aproveitamento estabelecidos neste Regimento Geral.

Parágrafo único - O aluno repetente é obrigado a fazer novos trabalhos de prática ou de pesquisa, não sendo válidos os do semestre anterior.

Art. 86 - Não será atribuído crédito:

  • às horas dedicadas à realização de estudos individuais, atividades co-curriculares e outras similares, a critério do Conselho de Unidade (CONSUN);
  • às disciplinas em que houver reprovação.

Art. 87 - Quando uma disciplina constar de 2 (dois) ou mais semestres consecutivos, seu ensino poderá ser ministrado pelo processo rotativo, a critério do Conselho de Unidade, uma vez que o semestre imediato não tenha o anterior como pré-requisito.


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